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terça-feira, 7 de outubro de 2008

Veja as curiosidades das eleições municipais

Candidatos a prefeito de cidade mineira terminaram empatados.
E Salvador elegeu o primeiro vereador transformista de sua história.


De acordo com o Tribunal Superior Eleitoral (TSE), o primeiro turno das eleições municipais custou aproximadamente R$ 462 milhões, o que representa mais de 88% do total de recursos disponíveis para o pleito (R$ 523 milhões). O resultado da apuração do primeiro turno das eleições municipais produziu uma série de histórias curiosas em vários estados.

No município mineiro de Dom Cavati, a eleição terminou empatada. Segundo a legislação eleitoral, em caso de empate o candidato mais velho é declarado vencedor. Assim, Jair Vieira (DEM) é o novo prefeito da cidade, após ter empatado nas urnas com Pedro Euzébio Sobrinho, o Pedrinho (PT), com 1.919 votos cada um.

Em outros cinco municípios, a decisão da eleição para prefeito foi decidida por um voto. O fato curioso aconteceu nas cidades de São Martinho (RS), Saldanha Marinho (RS), Jussara (PR), Nazaré (TO) e Arantina (MG), segundo o TSE.

Na cidade de Benedito Leite, (MA), as eleições foram canceladas pela Justiça Eleitoral do estado depois que eleitores descontentes atearam fogo em um galpão onde estavam guardadas as 16 urnas do local.

E em Propriá (SE), o candidato eleito, Paulo Britto (PT), é irmão do presidente do TSE, Carlos Ayres Britto, que fez questão de salientar: “Eu não ajudei em absolutamente nada”.


Na disputa entre os partidos, o PMDB lidera o número de prefeituras conquistadas. O partido já elegeu 1.200 prefeitos no país. E o PT disputará o maior número de segundos turnos.

Vereadores mais votados

O candidato Gabriel Chalita (PSDB) foi o vereador mais votado em São Paulo com 102.048 votos válidos. No Rio, Lucinha (PSDB) foi a mais votada com 68.799 votos. Em Porto Alegre, Maurício Dziedricki (PTB) foi o candidato a vereador com maior número de votos: 15.454 .

Em Belo Horizonte, o mais votado foi o Professor Elias Murad (PSDB) com 15.473 votos. Em Curitiba, Roberto Aciolli (PV) foi o primeiro com 17.377 votos.

Campanha com o número errado

As eleições para vereador também renderam curiosidades. Em Pejuçara (RS), a candidata Cinara Salles Mioso, fez campanha eleitoral com o número errado. Ao invés de 13.612, ela fez a campanha com o número 13.162. Resultado: teve apenas seis votos válidos.



Transformista Leo Kret do Brasil foi eleito vereador em Salvador (Foto: Genilson Coutinho/VC no G1)

João Buzo também errou o número nos seus ‘santinhos’. Mesmo com o infortúnio, ele se elegeu com 144 votos para uma das nove cadeiras da Câmara Municipal de Gabriel Monteiro (SP).


Em Salvador, a Câmara Municipal terá uma de suas cadeiras ocupadas pelo transformista Leo Kret do Brasil, que foi o quarto mais bem votado das eleições para vereador.

Bin Laden e Zidane não são eleitos

Os candidatos que se inscreveram com os nomes de Bin Laden e Zidane não conseguiram se eleger. Assim como a candidata mais velha do país.

Boca-de-urna vira castigo em quartel

No domingo (5), 208 candidatos foram presos, a maioria por fazer boca-de-urna. De acordo com a Justiça Eleitoral, foram registradas 4.656 ocorrências e 1.541 prisões. Um menor de idade foi flagrado por um mesário tentando votar com o título de eleitor de outra pessoa, numa seção do bairro de Jordanésia, na cidade de Cajamar, na Grande São Paulo. E em São Leopoldo (RS), dez pessoas foram flagradas fazendo boca-de-urna e pagaram suas penas limpando o quartel da Brigada Militar.

10 grandes impostores da história

Não são poucos os impostores conhecidos da história e muito menos os atuais travestidos de políticos, de pastores, cantores,etc. Mas esta lista representa bem a classe deste bando de gente "muy esperta". Muitos deles fizeram do embuste uma verdadeira arte... um verdadeiro modo de vida.

1. Víctor Lustig. O homem que vendeu a torre Eiffel.
Seu primeiro golpe foi vender uma máquina para imprimir dinheiro que não funcionava bem.

Em 1925, após ler nos diários os problemas que a cidade de Paris tinha com a manutenção da torre Eiffel, Lustig fez-se passar por um emissário do governo francês junto a um grupo de pessoas que trabalhava com metal dizendo que a manutenção da torre era tão cara que já era impossível mantê-la e que queriam vender o seu metal. Vendeu a torre a um dos interessados e pegou um trem para Viena com uma mala cheia de dinheiro. o comprador sentiu-se tão humilhado que não foi à polícia dar queixa.

Logo que chegou aos EUA em 1907, fugido do velho continente, Lustig conseguiu convencer Al Capone a investir 40 mil dólares na bolsa de valores. Lustig ficou com o dinheiro e colocou num cofre particular em um banco por dois meses, depois disse a Capone que tinha perdido tudo. Impressionado com a integridade de Lustig, Capone deu-lhe mais 5 mil dólares.

Logo após algumas outras fraudes e roubos em solo americano foi preso e enviado à prisão de Alcatraz.

2. Frank Abagnale, Prenda-me se for capaz.
Frank William Abagnale Jr, nasceu em 27 de abril de 1948, começou a carreira de embusteiro na década de 60. Sua primeira fraude foi depositar cheques de sua própria conta, absudarmente aceito e depositado pelo banco.

Por um período de dois anos fingiu ser piloto da Pan Am para viajar gratuitamente pelo mundo. Depois fez-se passar por um pediatra num hospital na Geórgia. Tinha um diploma de advogado falso de Harvard e assim passou no exame para ser o desembargador geral do estado da Lousiana.

Em 5 anos teve oito identidades, a maioria para trocar cheques, e também emitiu cheques sem fundos de mais de dois milhões e meio de dólares em 26 países. O dinheiro foi todo utilizado no seu caro estilo de vida nas festanças com belas aeromoças, caros banquetes em restaurantes caros, roupas finas, etc.

O filme "Prenda-me se for capaz" é baseada em suas fraudes. Atualmente tem uma companhia que se chama Abagnale e Associados, companhia de consultoria de fraudes financeiras.

3. Christopher Rocancourt, o Rockefeller francês."Passou a perna" em muitos milionários fazendo se passar por um membro francês da família Rockefeller.

Sua mãe trabalhava como prostituta e seu pai era um alcoólatra que o levou para um orfanato quando tinha 5 anos. De lá fugiu e foi para Paris onde cometeu sua primeira fraude, falsificar papéis de uma propriedade e depois a vendeu por 1.4 milhões.

Para chegar aos USA, usou muitos nomes diferentes, em Los Angeles fez-se passar por um produtor de cinema, um boxeador e um executivo. Dizia que sua mãe era a "Sophia Loren" ou que seu tio era Dino de Laurentis, e se relacionava com várias celebridades. Casou-se com a modelo da playboy Pia Reis, tiveram um filho, Zeus.

No Canadá, Rocancourt escreveu uma autobiografia na qual ridicularizou suas vítimas. Em março do 2002 foi extraditado para Nova York, declarou-se culpado de 3 dos 11 crimes imputados. Dizem que ganhou mais de 40 milhões de dólares em golpes.

4. Ferdinand Demara, o grande impostor.Esteve na marinha americana em 1941 e começava novas vidas usando os nomes de seus colegas de navio, quando a coisa ficava feia se suicidava e começava com outro nome. Viveu bastante tempo como psicólogo da marinha até que descobriram a fraude e foi para a prisão por 18 meses.

Quando foi solto passou por várias carreiras pseudo-acadêmicas, foi engenheiro civil, um delegado, médico, advogado, professor, monge beneditino, editor, pesquisador do câncer e maestro. Nunca fez muito dinheiro, só aproveitava a respeitabilidade temporária.

Sua mais famosa fraude foi se passar por um cirurgião na guerra contra a Coréia, fez operações e combateu infecções com penicilina, isto até que o descobriram. Morreu em 1982 como um pastor batista. O filme "O grande Impostor" é baseado na sua vida.

5. David Hampton.Era afro-americano, como não podia entrar na danceteria disco Studio 54, disse que era filho do grande ator Sidney Poitier e rápido o colocaram para dentro como uma celebridade e com tudo grátis. Começou a usar a identidade de David Poitier para comer grátis em restaurantes e a convencer a muitas pessoas a lhe dar guarida dizendo que seu pai o havia expulsado de casa. Também pedia dinheiro emprestado. Caíram no golpe Melanie Grifith, Gary Sinise e Calvin Klein. Para algumas pessoas disse que era amigo de seus filhos, e a outros que sua bagagem havia extraviado no avião ou ainda que acabara de ser roubado.

Em 1983 Hampton foi preso e por suas fraudes foi condenado a pagar 4490 dólares a suas vítimas. Sua história inspirou o filme "Six degrees of separation" interpretado por Will Smith. Morreu de complicações pela AIDS em 2003.

6. Milli Vanilli, a dupla pop que não sabia cantar.
Era uma dupla vocal pop composta por Fab Morvan e Rob Pilatus, que foi criada na Alemanha na metade dos anos 80.

Começaram a ganhar fama a nível mundial em 1988. Ganharam o prêmio grammy como artistas revelação em 1990. Mas nesse mesmo ano durante uma apresentação ao vivo na MTV, com a canção "Girl you know it's true" teve lugar um dos momentos mais vergonhosos da música pop mundial.

Na verdade o som de Milli Vanilli era criado por Frank Farian interpretado por outros cantores, Morovan e Pilatus não cantavam nada, só mexiam a boca. Após o vexame tiveram seu prêmio grammy retirado e foram processados vinte e seis vezes por fraude.

7. Cassie Chadwick, a filha ilegítima de Andrew Carnegie.É o mais famoso nome de uma canadense nascida como Elizabeth Bigley. À idade de 22 anos foi presa em Woodstock, Ontário, por falsificação, mas foi solta por se declarar louca. Em 1882 casou-se com Wallace Springsteen, que onze dias depois fugiu ao saber de seu passado. Depois casou-se com um tal Dr. Chadwick em 1897, e ai iniciou sua fraude de maior sucesso: disse que era filha do rico Andrew Carnegie, falsificou um cheque de 2 milhões de dólares com a assinatura do milionário. Entre um golpe e outro usando o famoso sobrenome obteve entre 10 e 20 milhões de dólares.

Quando perguntaram a Andrew Carnegie sobre sua filha "aprontadora", disse que nem sequer a conhecia, e tudo veio abaixo, prenderam-a e o julgamento foi o maior circo da época. Morreu na prisão.

8. Mary Baker, a princesa caraboo da ilha de Javasu.
Em 1817, um sapateiro na Inglaterra, conheceu uma mulher desorientada com roupas exóticas, que falava uma linguagem que ninguém conseguia entender. Os locais trouxeram estrangeiros para ver que idioma falava aquela mulher, até que um marinheiro português "traduziu" sua história, era a princesa caraboo da ilha de javasu, no oceano índico, ela tinha sido capturada por piratas que depois a atiraram pela borda e nadou até a praia. Nas semanas seguintes a representante da realeza exótica foi a favorita dos dignitários locais. Usava arco e flechas, esgrima, nadava sem roupa e rezava a deus, a quem chamava de Allah Tallah. Ganhou roupas exóticas e fizeram um retrato que saiu nos diários.

Eventualmente a verdade apareceu: ela era a filha de um sapateiro, Mary Baker de Devon. Havia sido criada em vários palácios da Inglaterra, mas não enco
ntrava um lugar para ficar. Inventou o idioma falso de sua imaginação e palavras ciganas. Tentou fazer o mesmo nos USA, França e Espanha sem a mesma sorte, sua história é a base para o filme "Princess Caraboo".

9. Wilhelm Voigt, o divertido capitão de KopenickFoi um impostor alemão que se disfarçou como militar da Prússia em 1906 e se converteu no famoso capitão de Kopenick.

Em 1906 comprou parte do uniforme usado de um capitão e já em Kopenick, foi ao quartel da marinha, onde ordenou que quatro soldados e um sargeto lhe seguissem.

Mandou prender o secretário do povo e o prefeito por suspeitas de maus manejos de fundos, levou junto o tesoureiro a Berlim para também ser interrogado. Depois disse aos guardas que o seguiam que aguardassem em seus postos por meia hora e foi para a estação de trem onde trocou de roupa e se foi.

Não foi muito longe, foi preso e sentenciado a quatro anos de prisão por falsificação, e por se passar por um oficial e fazer prisioneiros indevidamente, apesar de tudo a opinião pública estava a seu favor, o Kaiser alemão o perdoou dois meses depois dizendo que pareceu divertido o que fez.
10. George Psalmanazar o primeiro de Formosa em visitar a Europa.
Disse ser o primeiro de Formosa em visitar a Europa. Apareceu no norte de Europa no ano 1700, sua aparência era européia, mas dizia vir da longínqua ilha de Formosa, seguia um calendário estrangeiro que adorava o sol e a lua.

Psalmanazar publicou o livro "uma histórica descrição da ilha de Formosa", uma ilha sujeita ao imperador do Japão, e revelou uma quantidade de hábitos estranhos. Formosa era um país prospero com muito dinheiro e uma cidade capital chamada xternetsa. Os homens andavam nus, só com prata e ouro cobrindo suas partes. Seu alimento principal era a serpente que caçavam com ramos de árvore. Eram polígamos e o marido tinha o direito de comer, literalmente, às esposas por infidelidade. Executavam assassinatos pendurando às pessoas de cabeça para baixo e disparavam flechas. Anualmente sacrificavam os 18 mil jovens para os deuses e os sacerdotes comiam os corpos. Usavam cavalos e camelos como transporte público, o livro também descrevia o alfabeto de Formosa.

O livro fez um enorme sucesso, o próprio bispo de Londres recomendou a sua leitura. Foi chamado a discursar ante a sociedade real. Depois ficou cansado do engano e em 1706 confessou, primeiro a seus amigos e depois em público.

MP autoriza BC a socorrer bancos pequenos e médios em dificuldade


BRASÍLIA - O presidente Luiz Inácio Lula da Silva assinou, na noite de segunda-feira, a medida provisória (MP) que acabou confirmando os rumores de dificuldades de os pequenos bancos se manterem no mercado, em razão da falta de crédito. Apesar de, na última sexta-feira, o BC ter autorizado as grandes instituições financeiras a comprar as carteiras de bancos de pequeno e médio portes, não houve retorno positivo e as ameaças continuavam.

Míriam Leitão: BC assume riscos maiores do que deveria

Segundo o presidente do Banco Central, Henrique Meirelles, será implementado um redesconto diferenciado, pelo qual o BC poderá comprar a carteira de crédito de bancos pequenos e médios, garantindo-lhes capital de giro. Não há limite, preliminarmente, para os desembolsos. Mas ele nega risco urgente dos bancos:

fonte G1

segunda-feira, 6 de outubro de 2008

sábado, 4 de outubro de 2008


Imagine a seguinte situação: O Zezinho da favela comunidade do Buraco Quente tinha uma birosca e decide que vai vender cachaça "no caderninho" aos seus leais fregueses, todos bebuns, quase todos desempregados ou trabalhadores de baixa renda.

Porque decidiu vender a crédito, ele pode aumentar um pouquinho o preço da dose da branquinha (a diferença é o sobrepreço que os fregueses pagam pelo crédito).

O gerente do banco do Zezinho, um ousado administrador formado em Economia e com MBA, decide que os caderninhos das dívidas da birosca constituem, afinal, um ativo recebível, tecnicamente mais rentável que outras aplicações e começa a adiantar dinheiro ao estabelecimento tendo os pinguços como garantia. Para as agências de classificação de riscos esses papéis, o caderninho, possui um risco maior que é compensado pelos lucros mais vantajosos.

Executivos e palpiteiros das agências de risco lastreiam os tais recebíveis do banco e os transformam em CDB, RDB, CDO, CCD, UTI, OVNI, SOS ou qualquer outro acrônimo financeiro que ninguém sabe exatamente o que quer dizer. Esses adicionais instrumentos financeiros, alavancam o mercado de capitais e conduzem a operações estruturadas de derivativos na bolsa, cujo lastro inicial todo mundo desconhece (o tal caderninho da birosca do Zézinho).

Esses derivativos estão sendo negociados como se fossem títulos sérios, com fortes garantias reais, nas bolsas de valorer e mercados financeiros de 73 países. Até alguém descobrir que os bêbados fregueses da birosca do Zezinho não têm dinheiro para pagar as contas e a birosca vai à falência.

Com isso o banco credor do Zezinho verifica que sem receber está quebrado. A seguradora do banco também quebra, as seis instituições que haviam comprados títulos do banco também quebram, todo mundo que tinha ações dos bancos e seguradoras tentam se livrar delas. Como todos querem vender as ações despencam e as bolsas também. Então todo mundo começa a sacar dinheiro das contas correntes para guardar em casa. Todo o sistema financeiro começa a implodir.

Para consertar essa m**** toda, o presidente convence o senado e o congresso a pegar o dinheiro que cidadãos honestos e trabalhadores pagaram em forma de impostos e compra as tais dívidas.

Foi isso que aconteceu...

Igreja Aceita Pagamento com Cartão de Crédito


Máquina de cartão de crédito que será usada na Catedral de Ribeirão Preto, no interior de São Paulo, a partir da próxima semana. Esta será a primeira igreja católica do Brasil a utilizar o sistema para pagamento do dízimo. A igreja também deve receber pagamentos de casamentos e batizados no cartão.

Tô achando que vou me comportar daqui pra frente,porque no céu provavelmente tera internet!

(fonte uol)

quinta-feira, 2 de outubro de 2008

Pérolas do Horário Politico em São Paulo

pra mim em São Paulo estão as melhores pérolas políticas do Brasil , dá uma olhada no que rola por lá.
peguei lá no revoltado doa

Conheça o Barebacking, a roleta russa do sexo


O título desse post pode assustar, mas embora pareça sensacionalista, ilustra bem a nova moda entre os norte-americanos que, em busca de aumentar o prazer sexual fazem festas "roleta russa", cuja atração principal é o risco de contrair AIDS.

Tudo começou em São Francisco, com o surgimento das "barebacking parties", festas organizadas para que todos mantenham relações sexuais sem o uso do preservativo e das "Russian Rolette Partie", na qual 10% das pessoas são soropositivas e as demais negativas. Nesse tipo de festinha, somente o organizador sabe quem são os infectados com o vírus (chamados de "presente") e é estritamente proibida a entrada, uso e venda de preservativos - ou seja - entrou, está exposto.

Além disso, é crescente o número de casais homosexuais que se contaminam voluntariamente, a fim de assumir uma situação de igualdade diante do parceiro e com isso livrar-se definitivamente do uso da camisinha.

À essa altura você deve estar se perguntando se existe alguém que apóia tais iniciativas. A resposta é positiva. Segundo a revista Veja, o mais influente ativista contra o uso da camisinha, o californiano Tony Valenzuela, é famoso pelos seus discursos inflamados contra a prevenção. "O sexo sem preservativo tem um valor original que resulta em elevado nível de intimidade e erotismo incomparável."

Segundo os ideais bareback, essa foi a forma encontrada para questionar a sociedade, seus dogmas sexuais e mentiras. O próprio sucesso nos tratamentos da AIDS acabou influenciando esse movimento. Hoje, com a ajuda de coquetéis e medicamentos, a sobrevida de um soropositivo aumentou para vinte anos ou mais, o que diminuiu proporcionalmente o número de mortes em conseqüência da doença, desde 1996. Entretanto, a situação é tão alarmante que algumas comunidades gays européias descrevem casos de desempregados que se contaminaram propositalmente para obter benefícios oferecidos aos portadores do vírus da AIDS, como auxílio moradia, alimentação e tratamento.

Bom, os comentários estão abertos para as considerações.

quarta-feira, 1 de outubro de 2008

Saiba o que fazer em caso de documentos roubados


Diante do grande número de brasileiros vítimas de fraudes, o governo federal quer implantar, a partir de 2009, um cartão de identidade com chip. O novo modelo dificultaria a falsificação de documentos, que já causou um prejuízo estimado em R$1 bilhão por ano, segundo Federação Brasileira dos Bancos.

A previsão é de que, em 2018, todas as carteiras de identidade do Brasil tenham sido substituídas. Por isso, para fugir das fraudes, quem tiver documentos roubados deve procurar a polícia, comunicar o banco e fazer um alerta de roubo e furto dos documentos no Serviço de Proteção ao Crédito (SPC) e na Serasa.

Segundo a Câmara de Dirigentes Lojistas do Rio de Janeiro, pouca gente sabe que é importante fazer esses alertas, com ou sem um boletim de ocorrência (B.O.), comunicação legal do roubo. Eles podem ser feitos no SPC ou na Serasa, em alguns estados, até mesmo pela internet ou pelo telefone.

Quem registrou o alerta sem B.O. tem cinco dias para providenciar esse documento, para que o aviso do roubo continue cadastrado no SPC e na Serasa. Por ano, cerca de 1,5 milhão de documentos são roubados, furtados ou extraviados, todos sujeitos a fraudes.

“Qualquer comerciante que é filiado ao SPC, ao fazer a consulta cadastral daquela venda a crédito ou de alguém que esteja com aquele documento, ele pode impedir que se use o documento falso para venda a crédito”, afirma Carlos Monjardim, presidente da Câmara de Dirigentes Lojistas do Rio.

Assaltantes agem em lugares cheios

O administrador André Narciso Simon teve a carteira roubada e, logo após o crime, correu para uma delegacia e fez um boletim de ocorrência. Ele disse que foi abordado por dois homens armados em um lugar bastante movimentado. No entanto, mesmo após registrar o caso, ele não deixou de ser mais uma vítima da fraude em documentos.

“Eles (suspeitos) foram presos e condenados em três situações diferentes por crime de estelionato. E um desses assaltantes foi condenado com o meu nome e com o meu número de documento de RG”, declarou o administrador, que descobriu o golpe quando estava prestes a ser contratado como presidente de uma multinacional.

Luta na Justiça

Para as vítimas, a fraude traz ainda outros problemas, como fazer compras com cheque na esquina de casa. O filho da dona-de-casa Siley Paulino foi assassinado durante um assalto há três anos e vítima de fraude no Rio de Janeiro. Desde então, ela luta na Justiça.

“Após a morte do meu filho ainda ter este constrangimento de ter que correr atrás para limpar o nome do meu filho que já estava morto devido ao uso indevido do documento dele, que tinha sumido junto com ele após a morte dele”, afirmou Siley.

Aos 70 anos, o militar aposentado Omar Pereira teve os documentos furtados no ônibus que pega todos os dias para chegar ao trabalho. Ele teve que ir até o SPC, que fica na Câmara dos Dirigentes Lojistas do Rio de Janeiro, para se explicar. “Em poucos meses eu virei um inadimplente. Nem um carro velho eu posso comprar. É muito triste”, declarou.

Em Palmas (TO), a advogada Cláudia Soares teve mais sorte. Roubada dentro de uma loja, ela recebeu ali mesmo orientação para ir até à Câmara dos Dirigentes Lojistas e fazer o alerta de roubo.

“Fui prontamente atendida e nos momentos em que fui comprar ou ia fazer qualquer compra nova, aparecia essa restrição, eu apresentava o Boletim de Ocorrência. Foi uma segurança tanto para mim, quanto para os comerciantes”, disse.

Cargo de prefeito: a galinha dos ovos de ouro.




Segundo números do TSE, dos 15.425 candidatos a prefeito nas eleições deste ano, 810 são advogados e 04 são juízes de direito. Ainda, concorrendo à vice-prefeito temos 594 advogados e 3 juízes de direito. Para a Câmara dos Vereadores são 5.444 advogados e 12 juízes na disputa, entre os 379.388 candidatos a vereador registrados na Justiça Eleitoral.

Os números revelam que o processo eleitoral brasileiro continua na mesma: nas capitais os cargos a prefeito continuam a ser ocupados por aqueles que sempre os ocupam - aqueles que possuem verbas milionárias para a campanha, vinda sabe-se lá de onde, suficientes para propagandas suntuosas com direito a efeitos especiais e "hits" bem elaborados.

Nas cidades pequenas a situação não muda. Onde teoricamente os cidadãos engajados em trabalhos voluntários e com grande preocupação com a comunidade poderiam ter sucesso na disputa por cargos políticos, estes continuam a ser cobiçados por advogados, geralmente da seara trabalhista laboral, e médicos, na maioria das vezes distribuidores de atestados médicos para perícias do INSS. Segundo o TSE temos em primeiro lugar, concorrendo ao cargo de prefeito, os médicos seguidos pelos advogados, empresários, comerciantes e agricultores.

Infelizmente na maioria dos municípios, os candidatos anônimos, a despeito do grande histórico de ações comunitárias, não conseguem uma vaga na Câmara dos Vereadores ou no Poder executivo, quer por falta de dinheiro para campanha, quer por falta de representatividade junto à população - que teima em dar votos a quem aparece mais ou tem a "musiquinha mais bonitinha".

A motivação do candidato a prefeito/verador deveria ser única e exclusivamente a defesa dos interesses de sua comunidade. Teoricamente. Da análise dos fatos chegamos a uma questão: o que leva um juiz de direito, que ganha em média R$ 15 mil - levando em consideração que o vencimento aumenta ou diminui de Estado para Estado não sendo inferior a R$ 10 mil - com privilégios como inamovibilidade, irredutibilidade de vencimentos e vitaliciedade, deixar o seu cargo vitalício para se aventurar pela seara do mundo político? Será que um juiz serve melhor à sua comunidade sendo prefeito/vereador, que aplicando corretamente as leis nos Fóruns? Será um cargo efêmero de prefeito por 4 anos mais "proveitoso" que uma carreira VITALÍCIA no Judiciário?

Temos ainda casos de deputados federais/estaduais que abrem mão de seus cargos para tentar a prefeitura de algumas cidades do interior. O que faz com que esse deputado estadual/federal, que segundo dados divulgados pela ONG Contas Abertas (que utiliza como fonte o Sistema de Acompanhamento dos Gastos Federais) recebe por mês R$ 102,3 mil entre salários e verbas de gabinete, pleitear um cargo de prefeito, com modesmos vencimentos que giram em torno de R$ 10 mil? (média dos vencimentos dos prefeitos das Capitais brasileiras)

A resposta é simples: a verba municipal, apesar de reduzida é infinitamente mais fácil de ser manipulada em favor próprio que as verbas federais ou estaduais. Via de regra a motivação nunca é a defesa dos interesses da cidade, mas apenas os seus próprios - entre manipulação de vultuosas verbas e obtenção de prestígio na cidade.

No final o eleitor acaba sempre por encenar um dos dois papeis: palhaço ou cúmplice. Cúmplice quando elege aquele médico influente que distribui amostras de remédios e atestados do INSS, aquele advogado que ajudou o primo a ganhar uma causa trabalhista ou vende o seu voto, ignorando os candidatos realmente engajados na defesa dos interesses do município - que não tem verba suficiente para contratar carros de som barulhentos, distribuir santinhos que apenas servem para "emporcalhar" a cidade e elaborar musiquinhas contagiantes (ou enervantes).

O eleitor consciente que pesquisa e analisa o passado dos candidatos e a sua possível contribuição para sua municipalidade acaba por encenar o papel de PALHAÇO, pois infelizmente o seu voto não vale mais do que do que aquele dado em troca de atestados, ações trabalhistas ou cestas básicas. No final das contas - leia-se processo eleitoral - o que resta ao eleitor brasileiro CONSCIENTE é o gosto amargo de um processo eleitoral falido, da inutilidade de seu voto bem como de seu esforço cidadão. Chega-se mesmo a duvidar de todo o regime democrático, que segundo bem ilustrado na matéria do colega Spock do projeto SILI somente serve para perpetuar um sistema corrompido, composto em grande parte por pessoas igualmente corrompidas.

Eu admito que estou entre o rol dos palhaços e que, de 4 em 4 anos amargo o gosto da inutilidade de minhas pesquisas e ponderações sobre candidatos. E você leitor? É palhaço ou cúmplice?