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terça-feira, 7 de outubro de 2008

MP autoriza BC a socorrer bancos pequenos e médios em dificuldade


BRASÍLIA - O presidente Luiz Inácio Lula da Silva assinou, na noite de segunda-feira, a medida provisória (MP) que acabou confirmando os rumores de dificuldades de os pequenos bancos se manterem no mercado, em razão da falta de crédito. Apesar de, na última sexta-feira, o BC ter autorizado as grandes instituições financeiras a comprar as carteiras de bancos de pequeno e médio portes, não houve retorno positivo e as ameaças continuavam.

Míriam Leitão: BC assume riscos maiores do que deveria

Segundo o presidente do Banco Central, Henrique Meirelles, será implementado um redesconto diferenciado, pelo qual o BC poderá comprar a carteira de crédito de bancos pequenos e médios, garantindo-lhes capital de giro. Não há limite, preliminarmente, para os desembolsos. Mas ele nega risco urgente dos bancos:

fonte G1

segunda-feira, 6 de outubro de 2008

sábado, 4 de outubro de 2008


Imagine a seguinte situação: O Zezinho da favela comunidade do Buraco Quente tinha uma birosca e decide que vai vender cachaça "no caderninho" aos seus leais fregueses, todos bebuns, quase todos desempregados ou trabalhadores de baixa renda.

Porque decidiu vender a crédito, ele pode aumentar um pouquinho o preço da dose da branquinha (a diferença é o sobrepreço que os fregueses pagam pelo crédito).

O gerente do banco do Zezinho, um ousado administrador formado em Economia e com MBA, decide que os caderninhos das dívidas da birosca constituem, afinal, um ativo recebível, tecnicamente mais rentável que outras aplicações e começa a adiantar dinheiro ao estabelecimento tendo os pinguços como garantia. Para as agências de classificação de riscos esses papéis, o caderninho, possui um risco maior que é compensado pelos lucros mais vantajosos.

Executivos e palpiteiros das agências de risco lastreiam os tais recebíveis do banco e os transformam em CDB, RDB, CDO, CCD, UTI, OVNI, SOS ou qualquer outro acrônimo financeiro que ninguém sabe exatamente o que quer dizer. Esses adicionais instrumentos financeiros, alavancam o mercado de capitais e conduzem a operações estruturadas de derivativos na bolsa, cujo lastro inicial todo mundo desconhece (o tal caderninho da birosca do Zézinho).

Esses derivativos estão sendo negociados como se fossem títulos sérios, com fortes garantias reais, nas bolsas de valorer e mercados financeiros de 73 países. Até alguém descobrir que os bêbados fregueses da birosca do Zezinho não têm dinheiro para pagar as contas e a birosca vai à falência.

Com isso o banco credor do Zezinho verifica que sem receber está quebrado. A seguradora do banco também quebra, as seis instituições que haviam comprados títulos do banco também quebram, todo mundo que tinha ações dos bancos e seguradoras tentam se livrar delas. Como todos querem vender as ações despencam e as bolsas também. Então todo mundo começa a sacar dinheiro das contas correntes para guardar em casa. Todo o sistema financeiro começa a implodir.

Para consertar essa m**** toda, o presidente convence o senado e o congresso a pegar o dinheiro que cidadãos honestos e trabalhadores pagaram em forma de impostos e compra as tais dívidas.

Foi isso que aconteceu...

Igreja Aceita Pagamento com Cartão de Crédito


Máquina de cartão de crédito que será usada na Catedral de Ribeirão Preto, no interior de São Paulo, a partir da próxima semana. Esta será a primeira igreja católica do Brasil a utilizar o sistema para pagamento do dízimo. A igreja também deve receber pagamentos de casamentos e batizados no cartão.

Tô achando que vou me comportar daqui pra frente,porque no céu provavelmente tera internet!

(fonte uol)

quinta-feira, 2 de outubro de 2008

Pérolas do Horário Politico em São Paulo

pra mim em São Paulo estão as melhores pérolas políticas do Brasil , dá uma olhada no que rola por lá.
peguei lá no revoltado doa

Conheça o Barebacking, a roleta russa do sexo


O título desse post pode assustar, mas embora pareça sensacionalista, ilustra bem a nova moda entre os norte-americanos que, em busca de aumentar o prazer sexual fazem festas "roleta russa", cuja atração principal é o risco de contrair AIDS.

Tudo começou em São Francisco, com o surgimento das "barebacking parties", festas organizadas para que todos mantenham relações sexuais sem o uso do preservativo e das "Russian Rolette Partie", na qual 10% das pessoas são soropositivas e as demais negativas. Nesse tipo de festinha, somente o organizador sabe quem são os infectados com o vírus (chamados de "presente") e é estritamente proibida a entrada, uso e venda de preservativos - ou seja - entrou, está exposto.

Além disso, é crescente o número de casais homosexuais que se contaminam voluntariamente, a fim de assumir uma situação de igualdade diante do parceiro e com isso livrar-se definitivamente do uso da camisinha.

À essa altura você deve estar se perguntando se existe alguém que apóia tais iniciativas. A resposta é positiva. Segundo a revista Veja, o mais influente ativista contra o uso da camisinha, o californiano Tony Valenzuela, é famoso pelos seus discursos inflamados contra a prevenção. "O sexo sem preservativo tem um valor original que resulta em elevado nível de intimidade e erotismo incomparável."

Segundo os ideais bareback, essa foi a forma encontrada para questionar a sociedade, seus dogmas sexuais e mentiras. O próprio sucesso nos tratamentos da AIDS acabou influenciando esse movimento. Hoje, com a ajuda de coquetéis e medicamentos, a sobrevida de um soropositivo aumentou para vinte anos ou mais, o que diminuiu proporcionalmente o número de mortes em conseqüência da doença, desde 1996. Entretanto, a situação é tão alarmante que algumas comunidades gays européias descrevem casos de desempregados que se contaminaram propositalmente para obter benefícios oferecidos aos portadores do vírus da AIDS, como auxílio moradia, alimentação e tratamento.

Bom, os comentários estão abertos para as considerações.

quarta-feira, 1 de outubro de 2008

Saiba o que fazer em caso de documentos roubados


Diante do grande número de brasileiros vítimas de fraudes, o governo federal quer implantar, a partir de 2009, um cartão de identidade com chip. O novo modelo dificultaria a falsificação de documentos, que já causou um prejuízo estimado em R$1 bilhão por ano, segundo Federação Brasileira dos Bancos.

A previsão é de que, em 2018, todas as carteiras de identidade do Brasil tenham sido substituídas. Por isso, para fugir das fraudes, quem tiver documentos roubados deve procurar a polícia, comunicar o banco e fazer um alerta de roubo e furto dos documentos no Serviço de Proteção ao Crédito (SPC) e na Serasa.

Segundo a Câmara de Dirigentes Lojistas do Rio de Janeiro, pouca gente sabe que é importante fazer esses alertas, com ou sem um boletim de ocorrência (B.O.), comunicação legal do roubo. Eles podem ser feitos no SPC ou na Serasa, em alguns estados, até mesmo pela internet ou pelo telefone.

Quem registrou o alerta sem B.O. tem cinco dias para providenciar esse documento, para que o aviso do roubo continue cadastrado no SPC e na Serasa. Por ano, cerca de 1,5 milhão de documentos são roubados, furtados ou extraviados, todos sujeitos a fraudes.

“Qualquer comerciante que é filiado ao SPC, ao fazer a consulta cadastral daquela venda a crédito ou de alguém que esteja com aquele documento, ele pode impedir que se use o documento falso para venda a crédito”, afirma Carlos Monjardim, presidente da Câmara de Dirigentes Lojistas do Rio.

Assaltantes agem em lugares cheios

O administrador André Narciso Simon teve a carteira roubada e, logo após o crime, correu para uma delegacia e fez um boletim de ocorrência. Ele disse que foi abordado por dois homens armados em um lugar bastante movimentado. No entanto, mesmo após registrar o caso, ele não deixou de ser mais uma vítima da fraude em documentos.

“Eles (suspeitos) foram presos e condenados em três situações diferentes por crime de estelionato. E um desses assaltantes foi condenado com o meu nome e com o meu número de documento de RG”, declarou o administrador, que descobriu o golpe quando estava prestes a ser contratado como presidente de uma multinacional.

Luta na Justiça

Para as vítimas, a fraude traz ainda outros problemas, como fazer compras com cheque na esquina de casa. O filho da dona-de-casa Siley Paulino foi assassinado durante um assalto há três anos e vítima de fraude no Rio de Janeiro. Desde então, ela luta na Justiça.

“Após a morte do meu filho ainda ter este constrangimento de ter que correr atrás para limpar o nome do meu filho que já estava morto devido ao uso indevido do documento dele, que tinha sumido junto com ele após a morte dele”, afirmou Siley.

Aos 70 anos, o militar aposentado Omar Pereira teve os documentos furtados no ônibus que pega todos os dias para chegar ao trabalho. Ele teve que ir até o SPC, que fica na Câmara dos Dirigentes Lojistas do Rio de Janeiro, para se explicar. “Em poucos meses eu virei um inadimplente. Nem um carro velho eu posso comprar. É muito triste”, declarou.

Em Palmas (TO), a advogada Cláudia Soares teve mais sorte. Roubada dentro de uma loja, ela recebeu ali mesmo orientação para ir até à Câmara dos Dirigentes Lojistas e fazer o alerta de roubo.

“Fui prontamente atendida e nos momentos em que fui comprar ou ia fazer qualquer compra nova, aparecia essa restrição, eu apresentava o Boletim de Ocorrência. Foi uma segurança tanto para mim, quanto para os comerciantes”, disse.

Cargo de prefeito: a galinha dos ovos de ouro.




Segundo números do TSE, dos 15.425 candidatos a prefeito nas eleições deste ano, 810 são advogados e 04 são juízes de direito. Ainda, concorrendo à vice-prefeito temos 594 advogados e 3 juízes de direito. Para a Câmara dos Vereadores são 5.444 advogados e 12 juízes na disputa, entre os 379.388 candidatos a vereador registrados na Justiça Eleitoral.

Os números revelam que o processo eleitoral brasileiro continua na mesma: nas capitais os cargos a prefeito continuam a ser ocupados por aqueles que sempre os ocupam - aqueles que possuem verbas milionárias para a campanha, vinda sabe-se lá de onde, suficientes para propagandas suntuosas com direito a efeitos especiais e "hits" bem elaborados.

Nas cidades pequenas a situação não muda. Onde teoricamente os cidadãos engajados em trabalhos voluntários e com grande preocupação com a comunidade poderiam ter sucesso na disputa por cargos políticos, estes continuam a ser cobiçados por advogados, geralmente da seara trabalhista laboral, e médicos, na maioria das vezes distribuidores de atestados médicos para perícias do INSS. Segundo o TSE temos em primeiro lugar, concorrendo ao cargo de prefeito, os médicos seguidos pelos advogados, empresários, comerciantes e agricultores.

Infelizmente na maioria dos municípios, os candidatos anônimos, a despeito do grande histórico de ações comunitárias, não conseguem uma vaga na Câmara dos Vereadores ou no Poder executivo, quer por falta de dinheiro para campanha, quer por falta de representatividade junto à população - que teima em dar votos a quem aparece mais ou tem a "musiquinha mais bonitinha".

A motivação do candidato a prefeito/verador deveria ser única e exclusivamente a defesa dos interesses de sua comunidade. Teoricamente. Da análise dos fatos chegamos a uma questão: o que leva um juiz de direito, que ganha em média R$ 15 mil - levando em consideração que o vencimento aumenta ou diminui de Estado para Estado não sendo inferior a R$ 10 mil - com privilégios como inamovibilidade, irredutibilidade de vencimentos e vitaliciedade, deixar o seu cargo vitalício para se aventurar pela seara do mundo político? Será que um juiz serve melhor à sua comunidade sendo prefeito/vereador, que aplicando corretamente as leis nos Fóruns? Será um cargo efêmero de prefeito por 4 anos mais "proveitoso" que uma carreira VITALÍCIA no Judiciário?

Temos ainda casos de deputados federais/estaduais que abrem mão de seus cargos para tentar a prefeitura de algumas cidades do interior. O que faz com que esse deputado estadual/federal, que segundo dados divulgados pela ONG Contas Abertas (que utiliza como fonte o Sistema de Acompanhamento dos Gastos Federais) recebe por mês R$ 102,3 mil entre salários e verbas de gabinete, pleitear um cargo de prefeito, com modesmos vencimentos que giram em torno de R$ 10 mil? (média dos vencimentos dos prefeitos das Capitais brasileiras)

A resposta é simples: a verba municipal, apesar de reduzida é infinitamente mais fácil de ser manipulada em favor próprio que as verbas federais ou estaduais. Via de regra a motivação nunca é a defesa dos interesses da cidade, mas apenas os seus próprios - entre manipulação de vultuosas verbas e obtenção de prestígio na cidade.

No final o eleitor acaba sempre por encenar um dos dois papeis: palhaço ou cúmplice. Cúmplice quando elege aquele médico influente que distribui amostras de remédios e atestados do INSS, aquele advogado que ajudou o primo a ganhar uma causa trabalhista ou vende o seu voto, ignorando os candidatos realmente engajados na defesa dos interesses do município - que não tem verba suficiente para contratar carros de som barulhentos, distribuir santinhos que apenas servem para "emporcalhar" a cidade e elaborar musiquinhas contagiantes (ou enervantes).

O eleitor consciente que pesquisa e analisa o passado dos candidatos e a sua possível contribuição para sua municipalidade acaba por encenar o papel de PALHAÇO, pois infelizmente o seu voto não vale mais do que do que aquele dado em troca de atestados, ações trabalhistas ou cestas básicas. No final das contas - leia-se processo eleitoral - o que resta ao eleitor brasileiro CONSCIENTE é o gosto amargo de um processo eleitoral falido, da inutilidade de seu voto bem como de seu esforço cidadão. Chega-se mesmo a duvidar de todo o regime democrático, que segundo bem ilustrado na matéria do colega Spock do projeto SILI somente serve para perpetuar um sistema corrompido, composto em grande parte por pessoas igualmente corrompidas.

Eu admito que estou entre o rol dos palhaços e que, de 4 em 4 anos amargo o gosto da inutilidade de minhas pesquisas e ponderações sobre candidatos. E você leitor? É palhaço ou cúmplice?

Momento Agora Fudeu! (fail)

o jovem que se casou com Adelfa confessou sua homossexualidade


Reynaldo Waveqche (24) e Adelfa Volpes (82), o casal argentino que tinha 58 anos de diferença de idade e que se mostrava como uma "insólita história de amor" aparecendo em tudo quanto é canal de TV tanto lá quanto aqui, terminou protagonizando em realidade uma "perversa história de falso amor": tempo após a morte de Adelfa, Reinaldo declarou-se "viado".

- "Descobri minha homossexualidade graças a Cristian, uma pessoa que esteve nos momentos mais difíceis a meu lado durante muito tempo", expressou o jovem num programa de televisão popularesco da Argentina.

A dúvida se ele é ou não um caça fortunas dissipa-se aos poucos:

"Adelfa deixou um testamento e agora tudo é meu", expressou Reinaldo. Cabe destacar que ele não precisará trabalhar nunca mais já que a fortuna deixada pela mulher lhe rende uma pensão de 2.900 dólares ao mês.

Reinaldo diz que foi como um prêmio por estar muito tempo a seu lado e em seus últimos momentos.

- "Tive que ter paciência", afirmou o jovem.

Ao mesmo tempo, seu look está modificado:

- "Resolvi dar uma mudada no visual", confessou o rapaz que colocou "apliques" e colágeno nos lábios. Para concluir, o agora afetado jovem disse que nunca tinha demonstrado seu amor pelos homens por um respeito a sua apaixonada, já que Adelfa nunca poderia perdoá-lo.

só tenho uma coisa a dizer ,este post deveria estar na galeria dos "Grandes Filhos da Puta".